Timor-Leste

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Oecussi-Ambeno

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Área
815 Km2
População
58 521 habitantes
Clima
Tropical, quente e húmido
Recursos Económicos
Exportação de café, sândalo e mármore. Reservas de petróleo

Elementos Institucionais

Adesão à UCCLA
2004
Presidente da Câmara Municipal
Arsénio Paixão Bano - Presidente da Região Administrativa Especial de Oecússi
Telefone
(00670) 726 24 03

Breve História

Oecussi-Ambeno, com capital na cidade de Pante Macassar, é um dos 13 distritos administrativos que constituem a República Democrática de Timor-Leste, da qual está separado pela província indonésia de Timor Oeste. Situado na costa norte da ilha, banhado, a norte, pelo Mar de Savu, o enclave guarda, por entre luxuriante vegetação e enorme beleza natural, os testemunhos de todos quantos o quiseram para si. Oecussi-Ambeno está dividido em 4 subdistritos: Nitibe, Oesilo, Pante Macassar e Passabe. Primeiro ponto da ilha de Timor onde os portugueses se estabeleceram, Oecussi-Ambeno (em tétum, Oe-Kusi Ambenu) é por isso usualmente considerado o berço de Timor-Leste. Foi em 1556 que um grupo de frades dominicanos fez nascer em território timorense o primeiro povoado, Lifau, o qual, cerca de 150 anos depois, seria elevado a capital da então colónia portuguesa. Este estatuto foi perdido em 1767, quando, devido às frequentes incursões dos holandeses, os portugueses decidiram transferir a capital para Díli. Em 1859, com o Tratado de Lisboa, Portugal e Países Baixos dividiram a ilha entre si, ficando assegurada a continuação de Oecussi-Ambeno como enclave português em espaço holandês. Em 1975, depois de Timor-Leste ter proclamado unilateralmente a independência, a Indonésia entrou em Oecussi-Ambeno, uma semana antes de invadir o resto do território; no entanto, o território continuou a ser administrado como parte de Timor ocupado. Assim, aquando do reconhecimento da independência do novo Estado de Timor-Leste, em 2002, Oecussi-Ambeno tornou-se parte integrante da jovem república. Para além das duas línguas oficiais da República de Timor-Leste, grande parte da população de Oecussi-Ambeno utiliza o baiqueno na sua vida corrente.