Angola

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M`Banza Congo

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Área
40.130 Km2
População
68 000 habitantes (aprox.)

Elementos Institucionais

Adesão à UCCLA
16 de abril de 2015
Aniversário
25 de julho
Governador
Administradora Municipal Nzunzi Kadi
Morada
Administração Municipal de M'Banza Congo (Zaire)
Rua Don Lukeni - Cidade de MBanza Kongo
Zaire - República de Angola
Telefone
(002442) 32 281 050
Fax
(002442) 32 281 025

Breve História

M'Banza Congo é uma cidade de excecional significado histórico. Capital do Reino do Kongo, governado pela dinastia dos Menekongo, era, à data da chegada dos Portugueses, a maior cidade da África subequatorial, recebendo a designação de São Salvador do Congo, nome que se manteve até à independência de Angola, até 1975. A cidade está limitada a norte pela República Democrática do Congo e pelo rio Zaire, a oeste pelo município do Tomboco, a nordeste pelo município do Noqui e a este e a sul pelas Províncias do Uige e do Bengo. O rei do Kongo, Ne Nwemba Nzinga foi batizado a seu pedido, adotando o nome de D. Afonso I. Ao rei D. João I, antes o Mani Kongo Nzinga a Nkuwu, deve-se a construção da mais antiga igreja erguida em terras de África. O centro histórico de M'Banza Congo, classificado desde 10 de junho de 2013 como património cultural nacional, integra o valioso acervo incluído na candidatura à lista do Património Mundial da UNESCO, sob o título “Mbanza Congo, Cidade a Desenterrar para Preservar”. Entre os bens a classificar contam-se o Palácio Real (hoje museu dos Reis do Congo), a Árvore Sagrada Yala Nkuwu, o Lumbu (Tribunal Consuetudinário), o Kulumbimbi (antiga Sé Catedral) e o cemitério dos Reis do Congo. M'Banza Congo Congo recebeu em 1992 a visita do Papa João Paulo II. O fim dos conflitos em Angola trouxe de regresso à sua terra dezenas de milhares de angolanos, muitos dos quais foram absorvidos pelas suas comunidades tradicionais. No entanto, M'Banza Congo não dispõe ainda de infraestruturas, de saneamento básico, saúde, educação e outras, adequadas para responder às necessidades decorrentes do forte aumento da população que acabou por se fixar nas zonas urbanas. Nos últimos anos, o município e o governo têm desenvolvido grandes esforços para colmatar estas carências. A aceitação da candidatura e posterior classificação deverá também representar um forte estímulo para o desenvolvimento económico e social da cidade, com reflexos positivos no bem-estar da população.