Covilhã
Covilhã
Portugal
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Portugal
Breve história

Reclinada na encosta da Serra da Estrela, voltada a Nascente, a Covilhã oferece a quem a visita a bela paisagem do seu casario, enquadrada num majestoso anfiteatro de montanhas. A Covilhã ganhou o estatuto de cidade a 20 de outubro de 1870, título atribuído por D. Luís I. Dada a sua localização estratégica, sobranceira ao rio Zêzere e à Cova da Beira, a povoação foi ocupada desde a pré-história, como provam os inúmeros castros existentes. Mais tarde, vencidos os Lusitanos, também os Romanos ergueram ali uma importante colónia. A Real Fábrica de Panos, mandada instalar pelo Marquês de Pombal, e a Escola Industrial, criada na década de 1860, permitiram o aproveitamento das potencialidades da região na indústria dos lanifícios. Hoje, a Covilhã é um dos mais importantes centros europeus de produção de têxteis. A Universidade da Beira Interior (UBI), criada em 1986, engloba diversas Faculdades, Departamentos e Centros de Investigação e acolhe hoje mais de 7000 estudantes. A Covilhã possui um importante Parque de Ciência e Tecnologia e um Museu dos Lanifícios. O património arquitetónico da cidade inclui numerosos monumentos classificados e de interesse.

Descrição
Área
550 km2
População
51.797 habitantes (Censos 2011)
Elementos Institucionais
Adesão à UCCLA
9 de maio de 2014
Aniversário
20 de outubro
Presidente da Câmara Municipal
Hélio Fazendeiro
Morada

Câmara Municipal da Covilhã Praça do Município 6200-151 Covilhã, Portugal

Covilhã reforça defesa da floresta com três novos reservatórios

O município da Covilhã (Membro Observador da UCCLA) tem ao dispor três novos reservatórios de água para a Defesa da Floresta Contra Incêndios, num investimento total de 120 mil euros totalmente suportado pelo município, numa aposta clara na prevenção e no reforço dos meios de combate.

Instalados em pontos estratégicos das freguesias do Tortosendo, Erada e Sobral de São Miguel, os novos reservatórios foram inaugurados dia 25 de março e vêm juntar-se a um outro que já estava instalado junto à casa do Guarda, na zona da Rosa Negra.

Têm capacidade para 400 mil litros de água cada, ligação para serem reabastecidos em permanência e podem ser utilizados por meios terrestres e aéreos. Além disso, foi ainda instalada uma boca-de-incêndio de alta capacidade que permite o abastecimento mais rápido dos veículos de combate.

“Estamos a trabalhar na prevenção do território”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, frisando que este tipo de respostas é fundamental para “aumentar a capacidade de resposta” contra o fenómeno do fogo, que é cada vez mais frequente.

Lembrando o incêndio do verão de 2025, que afetou grande parte do concelho, o autarca também sublinhou a importância destas estruturas para travar a progressão das chamas em futuras ocorrências.

“No combate aos incêndios, a capacidade e o tempo de resposta são determinantes”, disse, reiterando que quanto mais próximos os operacionais estiverem dos locais de reabastecimento mais condições haverá para proceder ao combate. “Precisamos de preservar uma das nossas maiores riquezas, que é o património natural que temos no nosso concelho”, apontou, mostrando-se confiante de que os reservatórios possam fazer a diferença.

Hélio Fazendeiro reafirmou ainda o compromisso de avançar com a instalação de mais quatro reservatórios na zona norte do concelho, alargando a cobertura ao nível dos pontos de água existentes.


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Covilhã reforça defesa da floresta com três novos reservatórios

Covilhã apresenta candidatura a Capital Nacional da Juventude 2026

O Município da Covilhã (Membro Observador da UCCLA) vai apresentar uma candidatura para ser Capital Nacional da Juventude em 2026, num processo que visa promover e valorizar as políticas municipais centradas nos jovens, bem como o papel que estes têm na comunidade.

O anúncio da apresentação desta candidatura foi feito no dia 15 de janeiro, pelo presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, durante a reunião pública do executivo e na qual marcaram presença alguns alunos do 12.º ano, no âmbito da iniciativa “Um dia com o Presidente”.

Tal como explicou, pretende-se com esta ação contribuir para que os jovens possam “compreender a importância que a democracia e os órgãos autárquicos têm naquilo que é a determinação do futuro”.

Um objetivo que também está patente na candidatura que será submetida até ao dia 18 de janeiro, posicionando a Covilhã como um “Município amigo dos jovens”, refletindo a energia e o talento de uma Covilhã que se quer afirmar como referência nacional nas políticas de juventude.

“Mais importante do que o resultado, é todo o trabalho e todo o caminho que tem sido feito para construir e para colaborativamente envolver a juventude na construção, não só das prioridades e políticas, mas também nas decisões tomadas”, apontou.

A candidatura será feita por jovens e para jovens, num modelo participativo que já levou à constituição da Rede de Embaixadores, composta por um grupo de jovens que assume o compromisso de “Tecer no presente o fio do Futuro”.

A rede é constituída pelo Embaixador de Biologia, Embaixador de Química Industrial, Embaixador de Direito, Embaixador de Aeronáutica, Embaixador de Gestão de Organizações Desportivas, Embaixadora de Relações Internacionais, Embaixador de Aeronáutica e Juventudes Partidárias, Embaixador de Ciência Política, Embaixador de Comunicação, Embaixadora de Psicologia, Embaixadora de Ciências Musicais e três Embaixadores de Futuro para Políticos Cidadãos.


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Covilhã apresenta candidatura a Capital Nacional da Juventude 2026