Covilhã
Covilhã
Portugal
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Portugal
Breve história

Reclinada na encosta da Serra da Estrela, voltada a Nascente, a Covilhã oferece a quem a visita a bela paisagem do seu casario, enquadrada num majestoso anfiteatro de montanhas. A Covilhã ganhou o estatuto de cidade a 20 de outubro de 1870, título atribuído por D. Luís I. Dada a sua localização estratégica, sobranceira ao rio Zêzere e à Cova da Beira, a povoação foi ocupada desde a pré-história, como provam os inúmeros castros existentes. Mais tarde, vencidos os Lusitanos, também os Romanos ergueram ali uma importante colónia. A Real Fábrica de Panos, mandada instalar pelo Marquês de Pombal, e a Escola Industrial, criada na década de 1860, permitiram o aproveitamento das potencialidades da região na indústria dos lanifícios. Hoje, a Covilhã é um dos mais importantes centros europeus de produção de têxteis. A Universidade da Beira Interior (UBI), criada em 1986, engloba diversas Faculdades, Departamentos e Centros de Investigação e acolhe hoje mais de 7000 estudantes. A Covilhã possui um importante Parque de Ciência e Tecnologia e um Museu dos Lanifícios. O património arquitetónico da cidade inclui numerosos monumentos classificados e de interesse.

Descrição
Área
550 km2
População
51.797 habitantes (Censos 2011)
Elementos Institucionais
Adesão à UCCLA
9 de maio de 2014
Aniversário
20 de outubro
Presidente da Câmara Municipal
Hélio Fazendeiro
Morada

Câmara Municipal da Covilhã Praça do Município 6200-151 Covilhã, Portugal

Covilhã apresenta candidatura a Capital Nacional da Juventude 2026

O Município da Covilhã (Membro Observador da UCCLA) vai apresentar uma candidatura para ser Capital Nacional da Juventude em 2026, num processo que visa promover e valorizar as políticas municipais centradas nos jovens, bem como o papel que estes têm na comunidade.

O anúncio da apresentação desta candidatura foi feito no dia 15 de janeiro, pelo presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, durante a reunião pública do executivo e na qual marcaram presença alguns alunos do 12.º ano, no âmbito da iniciativa “Um dia com o Presidente”.

Tal como explicou, pretende-se com esta ação contribuir para que os jovens possam “compreender a importância que a democracia e os órgãos autárquicos têm naquilo que é a determinação do futuro”.

Um objetivo que também está patente na candidatura que será submetida até ao dia 18 de janeiro, posicionando a Covilhã como um “Município amigo dos jovens”, refletindo a energia e o talento de uma Covilhã que se quer afirmar como referência nacional nas políticas de juventude.

“Mais importante do que o resultado, é todo o trabalho e todo o caminho que tem sido feito para construir e para colaborativamente envolver a juventude na construção, não só das prioridades e políticas, mas também nas decisões tomadas”, apontou.

A candidatura será feita por jovens e para jovens, num modelo participativo que já levou à constituição da Rede de Embaixadores, composta por um grupo de jovens que assume o compromisso de “Tecer no presente o fio do Futuro”.

A rede é constituída pelo Embaixador de Biologia, Embaixador de Química Industrial, Embaixador de Direito, Embaixador de Aeronáutica, Embaixador de Gestão de Organizações Desportivas, Embaixadora de Relações Internacionais, Embaixador de Aeronáutica e Juventudes Partidárias, Embaixador de Ciência Política, Embaixador de Comunicação, Embaixadora de Psicologia, Embaixadora de Ciências Musicais e três Embaixadores de Futuro para Políticos Cidadãos.


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Covilhã apresenta candidatura a Capital Nacional da Juventude 2026