Porto
Porto
Portugal
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Portugal
Breve história
O Porto está localizado no norte de Portugal e possui sete freguesias a saber: União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde; Bonfim; Campanhã; União das Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória; União das Freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos; Paranhos e Ramalde. O seu nome está associado ao nome do país, Portugal, remontando a 200 aC, quando se designava de PortuCale, que se veio a tornar a capital do Condado Portucalense, onde se formou Portugal.
Na época medieval, em 1330, o Porto era considerada uma cidade importante ligada à atividade mercantil, que prosperava graça ao comércio com os países do Norte. No séc. XIV e XV verificou-se um enorme crescimento da cidade, com o desenvolvimento das feiras e das vias rodoviárias. Atualmente, no Porto, estão localizadas duas grandes estruturas fulcrais para a sua competitividade, nomeadamente o Porto de Leixões, que representa 25% do comércio internacional português e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
A origem da cidade do Porto é remota, verificando-se vestígios pré-históricos como antas, castros e citânias. Em 1725, o arquitecto italiano Nicolau Nasoni, chega ao Porto. Deixando alguns legados como são a Torre dos Clérigos, o Palácio do Freixo e a fachada da Igreja da Misericórdia. Importantes pontos turísticos da cidade, assim como a Fundação Serralves e a Sé Catedral. Em 1996, perante a irrefutável riqueza histórica da cidade, a Unesco conferiu ao Porto o estatuto de «Cidade Património Mundial». Ao nível cultural são de mencionar a Casa da Música, o Pavilhão Rosa Mota e o Museu do Vinho do Porto. Em 2001, juntamente com Roterdão, foi Capital Europeia da Cultura. 
Descrição
Área
41,42 km²
População
214.349 habitantes
Clima
Mediterrâneo, a temperatura anual média no Porto é de 15,2 ° C
Elementos Institucionais
Adesão à UCCLA
31 de maio de 2016
Aniversário
24 de junho
Presidente da Câmara Municipal
Rui Moreira
Morada

Câmara Municipal do Porto
Praça General Humberto Delgado 
4049-001 Porto, Portugal

Reabilitação no Centro Histórico do Porto cria habitações acessíveis

A reabilitação de um conjunto de edifícios na Rua Francisco Rocha Soares, no Centro Histórico do Porto, já está concluída, permitindo disponibilizar sete novas habitações para arrendamento acessível.

A obra, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do concurso 1.º Direito (https://portovivosru.pt/noticias/saiba-se-o-1o-direito-e-para-si-em-ape…), representou um investimento de cerca de 1,3 milhões de euros e resultou de uma parceria entre o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e o Município do Porto (Membro Efetivo da UCCLA), com execução da Porto Vivo, SRU.

O conjunto edificado, datado de 1891 e anteriormente em avançado estado de degradação, foi totalmente reabilitado, garantindo melhores condições de conforto, segurança e eficiência habitacional.

Com tipologias entre T0 e T3, e áreas compreendidas entre os 50 e os 88 m², as novas habitações reforçam a oferta de arrendamento acessível na cidade e contribuem para a valorização e revitalização do Centro Histórico do Porto.

 

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Reabilitação no Centro Histórico do Porto cria habitações acessíveis

Porto acolheu encontro “Esta Língua que Nos Une”

O Centro Português de Fotografia, no Porto, acolheu, no dia 5 de maio - Dia Mundial da Língua Portuguesa -, o encontro “Esta Língua que Nos Une”, uma iniciativa dedicada à língua portuguesa enquanto espaço vivo de criação literária, memória partilhada, circulação cultural e futuro comum entre Portugal, o Brasil e o mundo lusófono.

Promovido pela Associação Portugal Brasil 200 anos, em parceria com a UCCLA e o Centro Português de Fotografia, o encontro reuniu escritores, intelectuais, curadores, professores e representantes institucionais dos dois lados do Atlântico, num diálogo em torno da literatura como território comum da língua portuguesa.

A sessão de abertura contou com intervenções de Teresa Leitão, senadora brasileira, Luís Álvaro Campos Ferreira, Secretário-Geral da UCCLA, e José Manuel Diogo, presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos.

A iniciativa contou com o apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, do Instituto Guimarães Rosa, do Consulado-Geral do Brasil no Porto, da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, do Centro Português de Fotografia, através da cedência do espaço, e do Hotel Vila Galé Porto, através do apoio à hospedagem.

Partindo da ideia de que a língua portuguesa não constitui uma herança imóvel, mas antes uma casa em permanente movimento, o encontro propôs uma reflexão sobre o português enquanto plataforma de pensamento crítico, diplomacia cultural, criação artística e cooperação entre comunidades.

O programa estruturou-se em torno de três eixos curatoriais - invenção, travessia e futuro -, refletindo a visão da Associação Portugal Brasil 200 anos para a cidadania da língua: uma língua que, mais do que comunicar, cria pertença, confiança, cooperação e novas possibilidades culturais.

A primeira mesa, “A Língua em Estado de Invenção”, reuniu o escritor brasileiro Sérgio Rodrigues e o ensaísta português Arnaldo Saraiva, com moderação de José Manuel Diogo. A conversa abordou a língua enquanto criação viva, cruzando norma, desvio, humor, literatura, modernismo, oralidade e identidade.

Seguiu-se a apresentação do projeto “O Mundo da Lusofonia”, desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas da Caparica, com parceria pedagógica da UCCLA e participação de escolas de Portugal, Cabo Verde e Brasil. A iniciativa trabalhou a língua portuguesa como instrumento de comunicação, colaboração entre povos, cidadania global e valorização da diversidade multicultural dos países de língua oficial portuguesa. Participaram nesta apresentação os professores Bruno Coimbra e Helena Silva, a Secretária-Geral Adjunta da UCCLA, Paula Leal Silva, e a coordenadora da Área Social da UCCLA, Princesa Peixoto.


A segunda mesa, “Corpo, Memória e Travessia”, reuniu o escritor brasileiro Álvaro Filho e a escritora portuguesa Inês Pedrosa, com moderação da artista, curadora e investigadora Ângela Berlinde. A conversa refletiu sobre a forma como os corpos atravessam países, afetos e imagens, e sobre como a literatura regista pertença, desenraizamento, amor, memória, perda e reinvenção.

Já a terceira mesa, “Poesia, Mundo e Futuro da Língua”, contou com a participação do escritor José Gardeazabal e do poeta brasileiro José Inácio Vieira de Melo, sob moderação da escritora e professora Maria Bochicchio. O debate propôs pensar a poesia como um dos lugares onde a língua portuguesa continua a arriscar o futuro - entre oralidade e escrita, voz, ritmo, corpo, território, memória e tempo histórico.

O encerramento da iniciativa foi assinalado com uma prova de cachaças e por um recital de José Inácio Vieira de Melo, poeta, jornalista e curador alagoano radicado na Bahia. A apresentação celebrou a musicalidade e a força da língua portuguesa através de textos clássicos e contemporâneos.

 

Programa 
 

Nota: Fotos UCCLA, Associação Portugal Brasil 200 anos e Museu da Fotografia 

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Porto acolheu encontro “Esta Língua que Nos Une”

Encontro “Esta Língua que Nos Une” no Porto

O Centro Português de Fotografia, no Porto, vai receber, no dia 5 de maio - Dia Mundial da Língua Portuguesa -, o encontro “Esta Língua que Nos Une”, uma iniciativa dedicada à língua portuguesa como espaço vivo de criação literária, memória partilhada, circulação cultural e futuro comum entre Portugal, Brasil e o mundo lusófono. O evento é promovido pela Associação Portugal Brasil 200 anos, em parceria com a UCCLA e o Centro Português de Fotografia.

O encontro irá juntar escritores, intelectuais, curadores, professores e representantes institucionais dos dois lados do Atlântico para pensar a literatura como território comum da língua portuguesa.

A entrada é livre, mas sujeita à lotação do espaço. Poderá confirmar a sua presença para os números +351 218172950 ou +55 11995737932 (whastApp) ou através do email uccla@uccla.pt.

A iniciativa conta com o apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, do Instituto Guimarães Rosa, do Consulado-Geral do Brasil no Porto, da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, do Centro Português de Fotografia, através da cedência do espaço, e do Hotel Vila Galé Porto, através do apoio à hospedagem.

 

Encontro “Esta Língua que Nos Une”



O conceito curatorial parte de uma ideia central: a língua portuguesa não é uma herança imóvel, mas uma casa em movimento. Ao longo de um dia de programação, o encontro propõe o português como plataforma de pensamento crítico, diplomacia cultural, criação artística e cooperação entre comunidades.

O programa estrutura-se em torno de três eixos curatoriais - invenção, travessia e futuro - que traduzem a visão da Associação Portugal Brasil 200 anos para a cidadania da língua: uma língua que não se limita a comunicar, mas cria pertença, confiança, cooperação e novas possibilidades culturais.

A sessão de abertura, às 10 horas, contará com intervenções de Teresa Leitão, senadora brasileira, Luís Álvaro Campos Ferreira, Secretário-Geral da UCCLA, e José Manuel Diogo, presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos.

Às 10h30, a primeira mesa, “A Língua em Estado de Invenção”, reúne o escritor brasileiro Sérgio Rodrigues e o ensaísta português Arnaldo Saraiva, com moderação de José Manuel Diogo. A conversa abordará a língua como criação viva, cruzando norma, desvio, humor, literatura, modernismo, oralidade e identidade.

O projeto “O Mundo da Lusofonia”, desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas da Caparica, com parceria pedagógica da UCCLA e participação de escolas de Portugal, Cabo Verde e Brasil, será apresentado pelas 12 horas. A iniciativa trabalha a língua portuguesa como instrumento de comunicação, colaboração entre povos, cidadania global e valorização da diversidade multicultural dos países de língua oficial portuguesa. Participam na apresentação os professores Bruno Coimbra e Helena Silva, a Secretária-Geral Adjunta da UCCLA, Paula Leal Silva, e a coordenadora da Área Social da UCCLA Princesa Peixoto.

Pelas 15 horas decorrerá a segunda mesa “Corpo, Memória e Travessia”, reunindo o escritor brasileiro Álvaro Filho e a escritora portuguesa Inês Pedrosa, com moderação da artista, curadora e investigadora Ângela Berlinde. A conversa discutirá como os corpos atravessam países, afetos e imagens, e como a literatura regista pertencimento, desenraizamento, amor, memória, perda e reinvenção.

Às 16h30, a terceira mesa “Poesia, Mundo e Futuro da Língua”, contará com a participação de José Gardeazabal e do poeta brasileiro José Inácio Vieira de Melo, com moderação de Maria Bochicchio. A conversa propõe pensar a poesia como o lugar onde a língua portuguesa continua a arriscar o futuro - entre oralidade e escrita, voz, ritmo, corpo, território, memória e tempo histórico.

Pelas 17h45, terá lugar o lançamento da Leitura Coletiva Global de Os Lusíadas, projeto internacional concebido pela Associação Portugal Brasil 200 anos. A iniciativa convoca leitores de diferentes países lusófonos e das diásporas a partilharem, em voz alta, estrofes do poema camoniano, afirmando Os Lusíadas como património simbólico que atravessa nações, sotaques e gerações.

O encerramento, às 18h15, será marcado por um recital de José Inácio Vieira de Melo, poeta, jornalista e curador alagoano radicado na Bahia. A apresentação celebrará a musicalidade e a força da língua portuguesa através de textos clássicos e contemporâneos.
 

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Esta língua que nos une

Almoço da Associação do Corpo Consular do Porto

Cerca de 40 cônsules honorários e representantes empresariais reuniram-se, no dia 11 de março, na Fundação AEP - Associação Empresarial de Portugal, num almoço promovido pela Associação do Corpo Consular do Porto. O encontro contou a presença do convidado de honra, Luís Álvaro Campos Ferreira, Secretário-Geral da UCCLA, e da Embaixadora Paula Leal da Silva, Secretária-Geral Adjunta da UCCLA.

Entre os participantes estiveram cônsules de países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique.

Na sua intervenção, Luís Álvaro Campos Ferreira destacou o papel da UCCLA enquanto rede internacional de cidades unidas pela língua portuguesa, criada em 1985, em Lisboa. A organização reúne atualmente dezenas de cidades nos quatro continentes, promovendo uma lógica de cooperação que privilegia a escala urbana em detrimento da diplomacia tradicional entre Estados.

O Secretário-Geral afirmando que a “UCCLA é a melhor concretização da lusofonia”, abordou ainda o papel crescente das cidades enquanto atores internacionais. A UCCLA tem desenvolvido projetos em áreas como planeamento urbano, formação técnica, cultura e mobilidade, promovendo uma cooperação direta entre municípios - representando uma rede viva de cidades que comunicam entre elas. Para o responsável, Angola vai ser a maior rede urbana do Atlântico Sul, nomeadamente nas regiões do Huambo, Lubango, Lobito e Luanda.

Sublinhou também a relevância global da língua portuguesa, falada por mais de 265 milhões de pessoas e com presença em várias regiões do mundo. Esta dispersão geográfica, associada a uma forte ligação ao mar e ao comércio internacional, posiciona as cidades lusófonas como uma rede com elevado potencial económico.

 

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Almoço da Associação do Corpo Consular do Porto

Visita a São Vicente

Nos dias 21 e 22 de setembro, o município de São Vicente (Membro Associado da UCCLA) recebeu a visita do presidente da Câmara Municipal do Porto (Membro Efetivo da UCCLA), Rui Moreira, do Secretário-Geral da UCCLA, Luís Álvaro Campos Ferreira, e do Embaixador de Portugal em Cabo Verde, João Luís Queirós, com vista a acompanharem o os trabalhos de recuperação, após as chuvas intensas ocorridas em agosto passado..

A comitiva foi recebida pelo presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, nos Paços do Concelho, numa visita que reforça os laços de cooperação e amizade, mas que tem também um forte carácter solidário, após os graves danos causados pela tempestade Erin, no dia 11 de agosto.

Durante o encontro, Rui Moreira anunciou que “aquilo que nós conseguimos imediatamente foi um consenso entre todas as forças políticas da cidade do Porto para um auxílio extraordinário que se reflete de duas formas: um apoio monetário que será encaminhado pela Cruz Vermelha Internacional, no valor de 100 mil euros, e outra necessidade apontada pelo presidente da Câmara de São Vicente, um carro de recolha de resíduos”.

A visita incluiu deslocações às zonas mais afetadas - Avenida 12 de Setembro, Praça Estrela, Chã de Alecrim, Alto de Brava, Cruz Papa e Bela Vista - onde a comitiva testemunhou de perto os impactos da tragédia e dialogou sobre as formas de apoio à recuperação.

O Secretário-Geral da UCCLA destacou ainda a possibilidade de intervenção no setor cultural, enquanto o Embaixador de Portugal reforçou a disponibilidade para uma cooperação transversal, nomeadamente no apoio à recuperação de arquivos afetados.

Esta visita simboliza não só a solidariedade entre cidades irmãs, mas também o compromisso conjunto de colaborar para que São Vicente se reerga mais forte e resiliente.

O Governo de Cabo Verde apresentou, no dia 19 de setembro, um plano de intervenções que inclui trabalhos de emergência e de recuperação de infraestruturas orçados em 3,8 mil milhões de escudos (34 milhões de euros).

As cheias de 11 de agosto atingiram bairros, destruíram estradas, pontes e estabelecimentos comerciais, afetaram o abastecimento de energia e provocaram nove mortos, na ilha de São Vicente, havendo ainda duas pessoas desaparecidas.

Nas ilhas de Santo Antão e São Nicolau, a tempestade também provocou inundações, derrocadas e destruição de infraestruturas.

O Governo cabo-verdiano declarou situação de calamidade por seis meses em São Vicente, Porto Novo (Santo Antão) e nos dois concelhos de São Nicolau, aprovando apoios às famílias e às atividades económicas, através de linhas de crédito bonificado e verbas a fundo perdido, financiadas pelo Fundo Nacional de Emergência e pelo Fundo Soberano de Emergência.

 

Fotos: Câmara Municipal de São Vicente 

 

Notícia relacionada:

Presidente da Câmara do Porto acompanha trabalhos de recuperação em Cabo Verde

 


 

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Visita a São Vicente

Feira do Livro do Porto acolheu apresentação do livro vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa

Teve lugar, no dia 1 de setembro, a apresentação do livro “Boi” de Cláudio da Silva - vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa - na Feira do Livro do Porto.

O evento contou com a participação do presidente da Câmara Municipal do Porto de Rui Moreira, do Secretário-Geral da UCCLA, Luís Álvaro Campos Ferreira, do coordenador cultural da UCCLA, Rui Lourido, e em representação da editora Guerra e Paz, Inês Figueiras.


Fotos: Guerra e Paz Editores

 

 

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Feira do Livro do Porto acolheu apresentação do livro vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa

Apresentação do livro vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa no Porto

Terá lugar, no dia 1 de setembro, às 17 horas, o lançamento do livro “Boi” de Cláudio da Silva, vencedor da décima edição do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa: Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa. O evento decorrerá nos jardins do Palácio de Cristal, na Feira do Livro do Porto.

O livro será apresentado por José Luís Pires Laranjeira e contará com a presença do autor Cláudio da Silva.

 

Mais informações sobre a 10.ª edição do prémio no link https://www.uccla.pt/noticias/claudio-da-silva-vence-premio-de-revelacao-literaria 

 

 

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Apresentação do livro vencedor do Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa no Porto