UCCLA estará presente no Festival Literário Internacional do Interior - Palavras de Fogo
Em homenagem às vítimas dos incêndios florestais em Portugal, a Arte-Via Cooperativa lança a 1.ª edição do Festival Literário Internacional do Interior - FLII - Palavras de Fogo, que irá decorrer de 15 a 18 de junho, nos seguintes concelhos: Arganil, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrogão Grande, Penela, Sertã e Tábua. A UCCLA estará representada pelo coordenador cultural, Rui Lourido.
 
Este festival possui um caráter inovador, uma vez que se trata de uma organização intermunicipal, a decorrer em onze concelhos das regiões afetadas pelos fogos, em Portugal, o qual pretende levar livros e escritores aos sítios mais inusitados e imprevisíveis, como fábricas, campos, praias, igrejas, mercados, romarias locais onde as pessoas trabalham, convivem, ou seja, os livros vão ao encontro dos públicos porque também eles têm saudades. 
 
Sob o signo do tributo, congrega os municípios de Pedrogão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Penela, Arganil, Tábua, Sertã, e terá como grupo coordenador os escritores Ana Filomena Amaral, José Luís Peixoto e a professora Fátima Cabral, tesoureira da Arte-Via, as bibliotecas municipais e redes de bibliotecas escolares serão cruciais na organização do FLII - Palavras de Fogo. 
 
Entre 15 e 18 de junho de 2018, em onze municípios, o FLII - Palavras de Fogo - pretende envolver todos os agentes de desenvolvimento de todos os concelhos participantes, todos os talentos locais, em todas as ações a realizar em simultâneo: concursos, palestras, workshops, leituras, feiras do livro, espetáculos, multimédia, performances, instalações, exposições, para e com todos os públicos de todas as faixas etárias. 
 
O conceito subjacente a este festival é o de uma realização sinérgica, catalisando os recursos dos municípios integrantes do consórcio, rentabilizando e potenciando o melhor que cada um possui, num esforço conjunto de superar as adversidades e, em nome da palavra regeneradora, onde houver pessoas haverá livros. Eles estarão nos sítios mais inesperadas, à mão de quem os quiser ler, os escritores portugueses e estrangeiros irão aos locais mais surpreendentes, os livros e as palavras farão novamente renascer a cor por entre o negrume. 
 
 
 
 
Publicado em 29-05-2018